segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Estamos voltando ao Projeto de Saúde Bucal...


Estamos aceitando doações de material de Higiene Bucal e outros do gênero, para realizarmos uma campanha de saúde.
Isto por que estamos em trânsito para uma parceria com o Projeto Sorria Brasil.
Para tanto, estamos aceitando desde a reforma do Equipo da Associação de Mulheres e Crianças do Jardim Bandeirantes, a outros materiais para a realização do mesmo.
As insformações poderão ser encontradas nos telefones (11) 2016-1971 e 8830-4459, direto com nossos diretores.
Encaminhamos as primeiras 76 fichas para o Programa através do senhor Hugo Mendes, intermediário entre nós e o Dr. Luciano Brasil, fundador e organizador do Projeto Sorria Brasil.
Elisabeth Alves

Brasileiro, meu amigo.

Me perguntaram, via e-mail, quem é este Brasileiro, do www.clubefm.blogspot, que manda todo mundo vir me pedir indicação de livros...Não é bem assim, nem ele manda me pedir indicação de livros, embora eu não me importe de indicar e nem ele é algum desconhecido, que resolveu ficar famoso com meu nome. Na verdade, José Brasileiro é um amigo pessoal e também líder comunitário da região.ç
Para que vocês o conheçam melhor, deixe que eu fale sobre ele.

José Alves Brasileiro, é natural de Feira de Santana, Bahia, não é meu irmão e mora em Gauaianses desde 1982.Em 1995 tornou –se locutor e trabalhou na extinta rádio comunitária Majestade FM. Ex – militar, trabalhou na área de segurança de 1986 a2001, quando tornou – se impossível trabalhar e ser líder comunitário, optou pelo serviço social. Secretário da Sociedade Amigos Unidos dos Jardins Guaianses, Aurora e Nova Guaianases, liderou várias atividade junto a comunidade como: festas juninas, dia das crianças, gincanas, corridas com adolescentes, dando – lhes medalhas pela participação. É autor do croqui da praça do Sossego – conquista adquirida por sua atuação como se4cretário da entidade. Conquistou a maior rua de lazer de Guaianases. Foi coordenador pedagógico do MOVA ( Movimento de Alfabetização de jovens e Adultos ) em 2002, na gestão de Marta. Continua trabalhando junto a população, trazendo programas sociais para a comunidade e assistindo junto a outra entidades. Aqui costumamos chama – lo de Brasileiro 2012, já que acreditamos que com sua força e simpatia pode consegui r eleger-se um dia e trabalhar por nossa comunidade.

É sonho nosso que ele venha trabalhar conosco na ACESP CIC.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Um pouco de Guaianases...Sua História


Guaianases velho de guerra...,um bairro que é uma cidade!
História de Guaianases


Conhecer nosso bairro é necessário, sua história e seus problemas.E Guaianases tem os dois, em várias versões, o que é pior. Uma vez, numa entrevista de rádio comunitária, na extinta Majestade FM, a apresentadora perguntou-me o que eu faria se Guaianases tivesse outra realidade, sem os problemas sociais com os quais estou habituada a lidar e tentar resolver. Parei para pensar um pouco, afinal, é meu sonho viver em um bairro sem estes problemas, porém nunca pensara nesta possibilidade. Os interesses políticos dos líderes comunitários locais impossibilitam qualquer discussão no que se refere a transformar Guaianases em Município, o que impede que os problemas referentes a Educação, Saúde, Segurança, Saneamento Básico, Alimentação e até regularização de terras.Lembrei-me de tudo isto frente a locutora do Programa "Guaianases Urgente", hoje ainda ecoa em mim a resposta que demorou a surgir: Ajudaria outras pessoas de outros bairros, mas nunca deixaria meu Guaianases Velho de Guerra.


Guaianases é maravilhosa! Ou maravilhoso, depende muito de quem pensa. Eu penso Guaianses como uma cidade, uma grande e prestigiada cidade.



Infelizmente temos muitos problemas, mas com fé em Deus e muito trabalho, esperamos resolve-los...



Para amar este gigante chamado Guaianases, você precisa conhecer este bairro desde seu princípio...




A formação do bairro de Guaianases, em breve relato, iniciou-se com o aldeamento dos Índios Ururaí em São Miguel Paulista e Guarulhos, com a data passada em 12 de outubro de 1580, por Jerônimo Leitão " Capitão desta Capitania em São Viscente", através da qual foram concedidas terras aos Índios Seis léguas em quadra ao longo do rio Ururaí (hoje tietê), as quais começaram a partir donde acabar a data de João Ramalho e de seus filhos e vão pelo rio corrente tanto de um lado como outro, até acabarem as ditas seis léguas em quadra... com condições de sesmarias conforme ordenação de El rei nosso senhor de hoje para todo o sempre...(extraídos da Câmara de São Paulo, 1622 vol. I).Assim, prosseguiu o chamado aldeamento até total extinção dos Índios, por volta de 1820, passando suas terras para o domínio de particulares, durante os anos seguintes.E foi em terra da família Bueno, localizadas (onde hoje situa-se o Cemitério Lajeado) no Vale do Ribeirão Lageado como simples parada e pousada de viajantes, edificada a pedido do Senhor Manoel Joaquim Alves Bueno, uma capelinha e assim como a Cidade de São Paulo, que nasceu em dia Santo, também Guaianases tem um dia Santo como marco principal.É o dia 3 de maio, dia de Santa Cruz, isto porque neste mesmo dia do ano 1861, o vigário da Paróquia de Arujá, João Cardoso de Menezes e Souza, celebrou a primeira missa e procedeu a benção da Capela de Santa Cruz do Lajeado, e ao redor da Capela que foi reedificada em 1872, começou o nascimento do povoado de Guaianases.A princípio chamava-se Lajeado, porém terras, onde cultivavam produtos agrícolas e agropecuários, segundo outras famílias também imigrantes italianos, instalaram-se como comerciantes com a inauguração da Estrada de Ferro norte São Paulo, posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil (REFASA), e (CBTU) Companhia Brasileira de Trens Urbanos, hoje sob controle da (CPTM), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.Em 06/11/1875, o local onde fora construída a Capela, recebeu a designação de Lajeado Velho, e o núcleo vizinho à estação ferroviária, recebeu o nome de Lajeado Novo, o qual no final do século XIX ganhou outra Capela também dedicada a Santa Cruz. Entretanto para que não houvesse confusão, a Igreja Santa Cruz do Lajeado Velho, teve seu orago mudado para Santa Quitéria, que segundo a lenda, seria o nome de uma escrava fugitiva de uma das fazendas existentes na região pertencentes aos padres Carmelitas, sendo capturada e ali sacrificada selvagemente.O Lageado Novo, começou a prosperar com a chegada dos Imigrantes Italianos a partir de 1876, 1891, 1900, 1906, 1912 e 1920, juntando-se com tradicionais famílias já existentes. Foram os primeiros compostos pelas famílias Thadeo; Gianetti; Diório; Premiano Pistócio; Galia; Pucci; Bauto, estes instaladores de Olarias, principal atividade econômica por longo tempo no lugar, que foram as responsáveis pelo fornecimento de tijolos para as construções da cidade São Paulo, principalmente as indústrias e moradias dos bairros da Móoca, Brás, Belém, Mooca, Bom Retiro, Pari, etc.As segundas famílias , Bueno, Pereira, Mariano, Carmo, Pedroso, Moreira, Leme, Cunha, Jordão, Xavier, Leite etc... eram proprietários de grandes áreas de terras, onde cultivavam produtos agrícolas e agropecuários, seguindo outras famílias também de italianos. Instalaram-se como comerciantes em várias atividades as famílias, Calabrez, os Tabelini e Prandini, com o ramo de Secos e Molhados; a família os Iapequini, com a extração e corte de lenhas e madeiras, que também abasteciam as Indústrias do início do século, na cidade de São Paulo.A família Radiante, como fabricantes de vinhos; outras também italianas, dedicavam-se às atividades de fabricação de tachos de cobre como os Vita. Bomfanti, Cornedi e Saqueto ferreiros e carpinteiros.Vinda em 1912 a família Matheus, imigrante espanhola, que através do patriarca Luiz Matheus, funda as Pedreiras Lajeado e São Matheus, que também passou a abastecer a cidade de São Paulo.Contava Lajeado já volta de 1920, com uma população aproximada de 600 habitantes e 100 prédios.Em 1924, a direção da E.F.C.B.(Estrada de Ferro Central do Brasil) atual CPTM, mudou o nome da Estação, para Carvalho de Araújo, em homenagem a um dos Engenheiros da dita ferrovia. Na data de 30/12/29, Lajeado foi elevado à condição de Distrito.Durantes o período de 1920 a 1940, Lajeado teve um desenvolvimento inexpressível, tendo surgido os primeiros loteamentos na década de 1920, como Vila Iolanda(1926),CAIC(1928),Princesa Isabel(1928), parte da fazenda Santa Etelvina(1926), onde chegou a formar-se um pequeno núcleo de imigrantes alemães e austríacos, em número de 12 famílias.Guaianases passa a ter em 1934, população de 1.642 habitantes, possuindo até então uma única Escola Reunidas de Lajeado,fundada em 1873; a Agência de Correios em 1873; uma subdelegacía de policia, criada em 1895 e duas Agremiações Esportivas, o Atlas Lajeadense F.C., cuja fundação ocorreu por volta 1915 e posteriormente a União F.C. fundado em 1934; ambos possuíam boas sedes, onde nos finais de semana, realizavam animados bailes, como também possuíam os melhores esquadrões da região vindo a fundir-se em 1946, criando o atual Guaianases F.C.Possuía também Bandas de Músicas, existindo a primeira no período de 1915 a 1926, e a Segunda Corporação Musical Lira de São Benedito, fundada em 1933, extinta em 1938.Como curiosidade, havia um trecho de estrada de ferro particular, ligando a estação do Lajeado à Fazenda Santa Etelvina, hoje Cidade Tiradentes, cuja instalação ocorreu em 1908, tendo sido extinta em 1937, em cujos trilhos corria um bondinho de passageiros e pequenos vagões de cargas, para transportar lenha, tijolos, pedras, carvão e produtos agrícolas da região da Passagem Funda; outra curiosidade, era a existência de 14 lampiões que serviam como iluminação Pública, localizados nas Ruas;. 15 de Novembro, atual Salvador Gianetti, XI de Agosto (atual Capitão Pucci), Rua. Floriano Peixoto (atual Hipólito de Camargo) e Rua. Santa Cruz (atual Saturnino Pereira), instalados por volta de 1915.Apresentava Lajeado(Guaianases) em 1940, uma população de 2.967 habitantes e 806 prédios (fonte IBGE).O bairro participou na segunda Guerra Mundial, com a ida do pracinha Otelo Augusto Ribeiro, que infelizmente, não retornou à Pátria, morrendo em terras da Itália, mas que por fim, em sua homenagem, tem seu nome em uma das principais ruas de Guaianases.Finalmente o Bairro recebe oficialmente o nome de Guaianases, pela Lei n. 252 de 24/12/48. Palavra de ordem Tupi, isto porque a região fora habitada pela tribo dos Índios Guaianás, até os primeiros séculos do descobrimento do Brasil.Guaianases nos anos 40, passou a desenvolver-se com novos loteamentos, devido acrescente procura e necessidade de mão de obra nas Indústrias de São Paulo, ocorrendo então a migração de pessoas de todos os cantos do Brasil, principalmente do nordeste, que chegando como braço para trabalho, procuraram instalar-se nos bairros periféricos da Capital.Guaianases chegou em 1950, a contar com uma população de 10.143 habitantes, tornando-se por excelência, bairro dormitório; contava nessa época, com único meio de transporte, a valiosa MARIA FUMAÇA da EFCB, até 1958, quando começou a correr os primeiros trens elétricos que até hoje nos servem.A partir da década de 1950, o bairro prosseguiu seu desenvolvimento mais expressivo, com novos loteamentos, que surgiram da noite para o dia e, atingiu em 1960, uma população aproximada de 45.000 habitantes, desde então até hoje, com a constante migração e desenvolvimento de casas populares e Cohab's, a região tivera um crescimento populacional espantoso e atualmente ultrapassa 1,6 milhões de habitantes.

Créditos: Site http://www.guaianases.com.br/inicio/historia/historia.htm
Você ainda pode entrar pelo site http://www.conseg.org/ ( se for cadastrado, é um apena ) e pedir a História de nosso Bairro.
É a biografia autorizada que esta também no site
Bibliografia: http://www.prefeiturasp.com.br/

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ainda aqui vai mais trabalho amigo...

A Ana Cleide é uma batalhadora. É daquelas pessoas que provam que trabalho une a família, mesmo que não enriqueça.

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A vida é engraçada, pouco antes de sofrer o derrame que me tirou de campo por quase dois anos - e no meio disto ainda teve o acidente - havia me comprometido com a Ana Cleide. Gosto muito dela como pessoa e como combatente nesta frente tão árdua que é o serviço social voluntário. E de tanto falar dela na entidade, o pessoal aqui já gosta muito dela. Amanhã vamos tomar um café lá com ela, depois conto para vocês...

Beijos...

Elisabeth Lorena ALves

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Notícias maravilhosas à vista!

Aí estão a presidente da ACOFRAPI, a senhora Neide e sua fiel escudeira, a dona Helena.
Estamos todos sorrindo.


entrou em contato conosco para trabalharmos em parceria. Em breve estaremos postando sobre nosso novo trabalho. Estamos muito feliz, afinal, a ACOFRAPI esta há quase 10 anos na batalha e tem muito a acrescentar. Como já dissemos antes, a ACOFRAPI tem parceria com a EDUCAFRO, a CODEAGRO, participa ativamente do CONSEG-Guaianases e atua em outras esferas de nossa comunidade. É detentora dos direitos da BAnda ACOFRAPI, que já se apresentou em vários eventos públicos e privados. Vocês precisam conhecer...


Elisabeth Lorena Alves