quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Associação Amiga precisa de Filmadora Digital

Prezados Colegas da Lista do Setor Social - BrSetor3

A Associação de Reabilitação e Pesquisa Fono­audiológica - ARPEF é uma instituição civil, sem fins lucrativos, fundada em 1986 com o objetivo de otimizar a terapia de indivíduos surdos na sociedade, abrangendo setores tais como educação, terapia, e pesquisa tecnocientífica.
É pioneira na introdução da Metodologia Verbotonal para reabilitação de deficientes auditivos no Rio de Janeiro, e posteriormente líder na proposta bilíngüe. A instituição destaca-se pela liderança exercida ente seus pares, na busca de melhores condições educacionais e sociais para os deficientes auditivos.

Como todos sabem, temos muitas dificuldades em obter ajuda do Governo desse país para podermos dar um melhor atendimento às nossas crianças e poder atender a mais crianças carentes. Trabalhamos com reabilitação fonoaudiológica e precisamos filmar as crianças para acompanhar o desenvolvimento delas.

Gostaria de saber se alguém tem condições de nos doar uma filmadora digital para podermos fazer o nosso trabalho? A filmadora que tínhamos era muito antiga e quebrou.

Quem puder atender ao nosso pedido, favor retornar para esse e-mail. (eliselorena@hotmail.com)

Agradeço a todos desde já,

Tereza Moreno

PS> Quem solicita é Tereza Moreno, caso alguém posa ajudar, escreva-me que direciono o e-mail para ela.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

O Absurdo da Justiça Paulista...O Julgamento do Maníaco de Higienópolis.

A seguir copio a reportagem da Folha online, que conta sobre o julgamento de um morto em São Paulo.
Fiquei assustada com esta história.
A Justiça está lenta ou é de fato ineficiente. O que faz com que um homem, morto a 6 meses, seja julgado. Não vou me estender, afinal, hoje já amanheci revoltada com o fato de o promotor Thales Ferri Schoedl - que promoveu a Justiça em causa própria e matou um jovem- foi reintegrado ao cargo por liminar concedida pelo Ministro Carlos Alberto Menezes Direito.

Mesmo morto, preso é julgado até pelo STJ

SOFIA FERNANDESVANESSA CORRÊA
colaboração para a Folha de S.Paulo

Um homem, morto em abril deste ano, continua sendo julgado na primeira e na segunda instância na Justiça de São Paulo e até no STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Sem a informação de que o réu já não vivia -o que extingue a possibilidade de ser punido-, desembargadores do Tribunal de Justiça julgaram na última quinta um dos recursos apresentados por Afonso Benedito Severiano Júnior, conhecido como "maníaco de Higienópolis". A pena do defunto foi revista para cinco anos e seis meses de reclusão.
Além desse julgamento, houve ao menos outro recurso julgado por desembargadores, em agosto deste ano. Em julho, três meses depois de morto, Severiano teve um pedido de habeas corpus submetido ao STJ, em Brasília. O caso foi julgado -e a liberdade negada- em agosto.
Rogério Cassimiro - 3.ago.06/Folha Imagem
Afonso Benedito Severiano Júnior, o "maníaco de Higienópolis", que, mesmo morto, teve pena revista para 5 anos e 6 meses de prisão
Constam outros dez processos contra Severiano em primeira instância, no fórum da Barra Funda. Em dois deles, os juízes foram informados sobre a morte e extinguiram a punibilidade. Nos outros, no entanto, não há essa informação.
Terra de ninguém
Um dos principais motivos para a confusão é que não há na lei penal determinação de quem é a responsabilidade de informar sobre a morte do réu, dizem criminalistas ouvidos pela Folha.
O juiz só pode declarar extinto o processo depois de receber a certidão de óbito, que poderia ser enviada pelo defensor, pelo promotor ou pelo juiz de primeira instância. "É lamentável. Ocupa o tempo de julgar uma pessoa viva, o tempo do desembargador e do Judiciário", afirma o advogado criminalista Celso Vilardi.

Crime em Higienópolis
Severiano Júnior ficou conhecido como "maníaco de Higienópolis" em 2006, quando foi acusado de esfaquear e roubar o celular de 20 pessoas nesse bairro nobre do centro de São Paulo. Uma das vítimas, Amanda da Silva, 24, morreu.
Condenado, ele estava preso na penitenciária de segurança máxima Avaré 1, no interior de São Paulo, onde morreu em 15 de abril -segundo a certidão de óbito, emitida em 17 de abril.
A causa da morte, conforme o documento, foi asfixia por enforcamento. A Secretaria de Administração Penitenciária diz que o detento foi encontrado enforcado com um lençol no setor hospitalar do presídio.
A pasta afirma que, após a morte, a penitenciária mandou ofício para "autoridades policiais, juiz de direito do Decrim 2 (Departamento Técnico de Apoio ao Serviço da Vara de Execuções Criminais), gabinete da Secretaria da Administração Penitenciária" e avisou os familiares. O Decrim diz ter recebido o aviso. O Ministério Público e a defesa, porém, afirmam não terem recebido a notícia.
A distância entre defensor público e defendido é outro fator que leva à desinformação. Não havia defesa no julgamento póstumo. Fabiana Camargo Miranda, defensora pública designada em 2007, diz nunca ter tido contato com o réu.
Avisada pela Folha de que o cliente estava morto, a defensora diz que não teve tempo para acompanhar o caso: "Somos poucos em São Paulo, não conseguimos ir sempre à prisão". O diretor do Instituto de Defesa do Direito de Defesa, o advogado Augusto Arruda Botelho, afirma que os defensores públicos estão sobrecarregados. "Erros até piores acontecem, homônimos sendo presos, pessoas sendo presas porque há no sistema da polícia um mandado de prisão em aberto sendo que não ele existe mais."
Para Botelho, a falta de modernização e o excesso de demanda provocam erros operacionais da Justiça.

Falha "acontece muito"

Enquanto criminalistas consideram muito raro o julgamento de um réu já morto, membros do Judiciário não se assustam. O desembargador do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e presidente da Associação Paulista de Magistrados, Henrique Nelson Calandra, diz que as falhas de comunicação entre as instâncias "acontecem muito".
Para ele, o Judiciário se beneficiaria se houvesse um sistema informatizado unificando todos os processos de um mesmo réu. Sobre as falhas do sistema, disse que ocorrem porque há muitos processos --o TJ-SP está sobrecarregado. Também não considera incomum o caso o presidente da Academia Paulista de Direito Criminal, o advogado e professor Romualdo Sanches Calvo Filho.
Ele vê a informatização como forma de evitar julgamentos inúteis. Já o criminalista José Luís Oliveira Lima diz ter achado o episódio raro: "Atuo na área criminal há 24 anos, quer como advogado, quer na época de faculdade, e vi pouquíssimos casos". É a mesma opinião do criminalista Arnaldo Malheiros Filho.
Colaboraram GUSTAVO ROMANO, MATHEUS MAGENTA e LEONARDO FEDER
Leia mais

Amigo, Você também pode acessar:
Veja o site do Bom Dia Brasil



Leia também:
STF devolve salário a promotor de justiça
Thales Ferri Schoedl voltou, pela quarta vez, a ser promotor de Justiça.

Elisabeth Alves

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Projeto Alternativo ao Sorria Brasil
Leia também...
http://projetosorriabrasil.blogspot.com/
http://clubeprincesaizabel.blogspot.com/

A proposta para a criação de um Programa específico de Saúde, surgiu uma conversa antiga com a Ana Cleide, presidente da Associação de Mulheres e Crianças do Jardim Bandeirantes. Ela possuí parte de um equipamento Odontológico e precisávamos de um profissional da área para determinar quais peças faltavam.Por se tratar de um projeto social, os profissionais procurados não demonstraram nenhum interesse, o que engavetou nossa proposta, que acabou sendo apenas uma análise da situação, mas não passou disto.Isto por que estávamos ainda no gênese do que deveria ser Um Projeto de Saúde Bucal. Em várias conversas posterior ao fato, o assunto chegou a vir a baila.Sendo assim, ao receber em nossa Associação a presença do senhor Hugo Mendes, na tarde de 24 de Setembro do presente, acabei por ressuscitar um sonho de uma grande amiga – até por que vem de encontro com a necessidade da nossa comunidade Afinal a Ana Cleide não é só uma Entidade parceira, é uma grande amiga que está sempre pronta para atender – nos em nossas necessidades. Sempre apoiando a minha pessoa, desde que iniciei em trabalho com entidades, aqui no bairro, vindo se outro. Sendo assim, não poderia deixar de lado esta pessoa que sempre procura atender sua comunidade e até outros indivíduos, sem perguntar nada e sem esperar receber nada em troca. A necessidade deste tipo de atendimento de saúde aqui no bairro é enorme e sem estatísticas, já que pesquisar sobre o assunto se torna um problema, pois os postos dizem que atendem toda a demanda, mas nós moradores e trabalhadores sabemos que isto são inverdades. Aqui no Centro de Comunicação Social – em formação, porém já trabalhando ativamente – pensamos num conjunto de idéias para solucionar os problemas de nossa comunidade, tão acostumada a ser lesada por interesse de terceiros que achegam-se a nosso bairros apenas com a intenção de obter ganhos pessoais,políticos ou financeiros, deixando-nos depois, órfãos. Baseado nesta idéia,juntamo-nos enquanto entidades para solucionar os problemas advindos destes desencontros e criamos o Programa Vida no Vale, que culminou com a criação do Centro de Comunicação Social. O Programa apóia-se no desenvolvimento geral da área da Saúde, principalmente bucal, que nos últimos anos experimentou uma grande dificuldade no bairro e entidades sérias da região não ficaram alheias a este processo de desrespeito e indignidade patrocinados pelos poderes públicos, que tendem a ferir os direitos da população carente e diminuí-los com o passar dos anos e o nascer de leis absurdas, que apenas lesam a comunidade. Foi pensando em problemas como este que entidades como a ACOFRAPI, o Projeto Vida no Vale, Associação de Mulheres e Crianças do Jardim Bandeirantes, Associação do Jardim Marilene e região entre outra que agora se achegam que estuda as necessidades do bairro e suas entidades, a partir de cada nova adesão.Adesões estas que intensificam nossa luta e concentrou-se em cada área para a execução de trabalhos que não sejam apenas paliativos, mas verdadeiras fontes que torne nossos irmãos dignos. Percebemos nestes poucos dias que as coisas ainda continuam difíceis,mas o fato de partilharmos nossas idéias e ideais tem tornado nossa busca prazerosa e estamos já colhendo os primeiros louros desta grande amizade. O novo programa dará reconhecimento institucional a este esforço e melhores condições para ampliar e aprofundar esse trabalho, até então realizado de forma humilde. A parceria que podemos fazer com o Projeto Sorria Brasil é, por um lado, a resposta decorrente da procura dos associados por serviços odontológicos e das entidades, por outro lado, do fato de o mesmo atende os requisitos básicos para esta, já que em seu texto de apresentação, o programa aceita que pessoas de entidades sejam atendidas e reconhecem a importância de nosso papel social. O objetivo principal do Programa Alternativo de Atendimento Bucal,é diminuir a distância entre o atendimento da Comunidade pelo cirurgião dentista. Para tanto, aproveitando – nos do equipamento da Associação de Mulheres e Crianças do Jardim Bandeirantes, cuja presidente, dona Ana Cleide,está disposta a permitir o uso e abre as portas para que ocupemos o seu espaço. É assim que nós agimos em Guaianases, unindo nossas forças.É mais uma parceria que tem tudo para dar certo. De um lado as entidades locais e de outro, o Projeto Sorria Brasil, estarão atendendo a nossa Comunidade. Nosso intermediário nesta Parceria é o Professor e Pedagogo Hugo Mendes, que esta convidado para fazer parte de nossa equipe e será bem vindo.

Equipe ACESP CIC

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Estamos voltando ao Projeto de Saúde Bucal...


Estamos aceitando doações de material de Higiene Bucal e outros do gênero, para realizarmos uma campanha de saúde.
Isto por que estamos em trânsito para uma parceria com o Projeto Sorria Brasil.
Para tanto, estamos aceitando desde a reforma do Equipo da Associação de Mulheres e Crianças do Jardim Bandeirantes, a outros materiais para a realização do mesmo.
As insformações poderão ser encontradas nos telefones (11) 2016-1971 e 8830-4459, direto com nossos diretores.
Encaminhamos as primeiras 76 fichas para o Programa através do senhor Hugo Mendes, intermediário entre nós e o Dr. Luciano Brasil, fundador e organizador do Projeto Sorria Brasil.
Elisabeth Alves

Brasileiro, meu amigo.

Me perguntaram, via e-mail, quem é este Brasileiro, do www.clubefm.blogspot, que manda todo mundo vir me pedir indicação de livros...Não é bem assim, nem ele manda me pedir indicação de livros, embora eu não me importe de indicar e nem ele é algum desconhecido, que resolveu ficar famoso com meu nome. Na verdade, José Brasileiro é um amigo pessoal e também líder comunitário da região.ç
Para que vocês o conheçam melhor, deixe que eu fale sobre ele.

José Alves Brasileiro, é natural de Feira de Santana, Bahia, não é meu irmão e mora em Gauaianses desde 1982.Em 1995 tornou –se locutor e trabalhou na extinta rádio comunitária Majestade FM. Ex – militar, trabalhou na área de segurança de 1986 a2001, quando tornou – se impossível trabalhar e ser líder comunitário, optou pelo serviço social. Secretário da Sociedade Amigos Unidos dos Jardins Guaianses, Aurora e Nova Guaianases, liderou várias atividade junto a comunidade como: festas juninas, dia das crianças, gincanas, corridas com adolescentes, dando – lhes medalhas pela participação. É autor do croqui da praça do Sossego – conquista adquirida por sua atuação como se4cretário da entidade. Conquistou a maior rua de lazer de Guaianases. Foi coordenador pedagógico do MOVA ( Movimento de Alfabetização de jovens e Adultos ) em 2002, na gestão de Marta. Continua trabalhando junto a população, trazendo programas sociais para a comunidade e assistindo junto a outra entidades. Aqui costumamos chama – lo de Brasileiro 2012, já que acreditamos que com sua força e simpatia pode consegui r eleger-se um dia e trabalhar por nossa comunidade.

É sonho nosso que ele venha trabalhar conosco na ACESP CIC.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Um pouco de Guaianases...Sua História


Guaianases velho de guerra...,um bairro que é uma cidade!
História de Guaianases


Conhecer nosso bairro é necessário, sua história e seus problemas.E Guaianases tem os dois, em várias versões, o que é pior. Uma vez, numa entrevista de rádio comunitária, na extinta Majestade FM, a apresentadora perguntou-me o que eu faria se Guaianases tivesse outra realidade, sem os problemas sociais com os quais estou habituada a lidar e tentar resolver. Parei para pensar um pouco, afinal, é meu sonho viver em um bairro sem estes problemas, porém nunca pensara nesta possibilidade. Os interesses políticos dos líderes comunitários locais impossibilitam qualquer discussão no que se refere a transformar Guaianases em Município, o que impede que os problemas referentes a Educação, Saúde, Segurança, Saneamento Básico, Alimentação e até regularização de terras.Lembrei-me de tudo isto frente a locutora do Programa "Guaianases Urgente", hoje ainda ecoa em mim a resposta que demorou a surgir: Ajudaria outras pessoas de outros bairros, mas nunca deixaria meu Guaianases Velho de Guerra.


Guaianases é maravilhosa! Ou maravilhoso, depende muito de quem pensa. Eu penso Guaianses como uma cidade, uma grande e prestigiada cidade.



Infelizmente temos muitos problemas, mas com fé em Deus e muito trabalho, esperamos resolve-los...



Para amar este gigante chamado Guaianases, você precisa conhecer este bairro desde seu princípio...




A formação do bairro de Guaianases, em breve relato, iniciou-se com o aldeamento dos Índios Ururaí em São Miguel Paulista e Guarulhos, com a data passada em 12 de outubro de 1580, por Jerônimo Leitão " Capitão desta Capitania em São Viscente", através da qual foram concedidas terras aos Índios Seis léguas em quadra ao longo do rio Ururaí (hoje tietê), as quais começaram a partir donde acabar a data de João Ramalho e de seus filhos e vão pelo rio corrente tanto de um lado como outro, até acabarem as ditas seis léguas em quadra... com condições de sesmarias conforme ordenação de El rei nosso senhor de hoje para todo o sempre...(extraídos da Câmara de São Paulo, 1622 vol. I).Assim, prosseguiu o chamado aldeamento até total extinção dos Índios, por volta de 1820, passando suas terras para o domínio de particulares, durante os anos seguintes.E foi em terra da família Bueno, localizadas (onde hoje situa-se o Cemitério Lajeado) no Vale do Ribeirão Lageado como simples parada e pousada de viajantes, edificada a pedido do Senhor Manoel Joaquim Alves Bueno, uma capelinha e assim como a Cidade de São Paulo, que nasceu em dia Santo, também Guaianases tem um dia Santo como marco principal.É o dia 3 de maio, dia de Santa Cruz, isto porque neste mesmo dia do ano 1861, o vigário da Paróquia de Arujá, João Cardoso de Menezes e Souza, celebrou a primeira missa e procedeu a benção da Capela de Santa Cruz do Lajeado, e ao redor da Capela que foi reedificada em 1872, começou o nascimento do povoado de Guaianases.A princípio chamava-se Lajeado, porém terras, onde cultivavam produtos agrícolas e agropecuários, segundo outras famílias também imigrantes italianos, instalaram-se como comerciantes com a inauguração da Estrada de Ferro norte São Paulo, posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil (REFASA), e (CBTU) Companhia Brasileira de Trens Urbanos, hoje sob controle da (CPTM), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.Em 06/11/1875, o local onde fora construída a Capela, recebeu a designação de Lajeado Velho, e o núcleo vizinho à estação ferroviária, recebeu o nome de Lajeado Novo, o qual no final do século XIX ganhou outra Capela também dedicada a Santa Cruz. Entretanto para que não houvesse confusão, a Igreja Santa Cruz do Lajeado Velho, teve seu orago mudado para Santa Quitéria, que segundo a lenda, seria o nome de uma escrava fugitiva de uma das fazendas existentes na região pertencentes aos padres Carmelitas, sendo capturada e ali sacrificada selvagemente.O Lageado Novo, começou a prosperar com a chegada dos Imigrantes Italianos a partir de 1876, 1891, 1900, 1906, 1912 e 1920, juntando-se com tradicionais famílias já existentes. Foram os primeiros compostos pelas famílias Thadeo; Gianetti; Diório; Premiano Pistócio; Galia; Pucci; Bauto, estes instaladores de Olarias, principal atividade econômica por longo tempo no lugar, que foram as responsáveis pelo fornecimento de tijolos para as construções da cidade São Paulo, principalmente as indústrias e moradias dos bairros da Móoca, Brás, Belém, Mooca, Bom Retiro, Pari, etc.As segundas famílias , Bueno, Pereira, Mariano, Carmo, Pedroso, Moreira, Leme, Cunha, Jordão, Xavier, Leite etc... eram proprietários de grandes áreas de terras, onde cultivavam produtos agrícolas e agropecuários, seguindo outras famílias também de italianos. Instalaram-se como comerciantes em várias atividades as famílias, Calabrez, os Tabelini e Prandini, com o ramo de Secos e Molhados; a família os Iapequini, com a extração e corte de lenhas e madeiras, que também abasteciam as Indústrias do início do século, na cidade de São Paulo.A família Radiante, como fabricantes de vinhos; outras também italianas, dedicavam-se às atividades de fabricação de tachos de cobre como os Vita. Bomfanti, Cornedi e Saqueto ferreiros e carpinteiros.Vinda em 1912 a família Matheus, imigrante espanhola, que através do patriarca Luiz Matheus, funda as Pedreiras Lajeado e São Matheus, que também passou a abastecer a cidade de São Paulo.Contava Lajeado já volta de 1920, com uma população aproximada de 600 habitantes e 100 prédios.Em 1924, a direção da E.F.C.B.(Estrada de Ferro Central do Brasil) atual CPTM, mudou o nome da Estação, para Carvalho de Araújo, em homenagem a um dos Engenheiros da dita ferrovia. Na data de 30/12/29, Lajeado foi elevado à condição de Distrito.Durantes o período de 1920 a 1940, Lajeado teve um desenvolvimento inexpressível, tendo surgido os primeiros loteamentos na década de 1920, como Vila Iolanda(1926),CAIC(1928),Princesa Isabel(1928), parte da fazenda Santa Etelvina(1926), onde chegou a formar-se um pequeno núcleo de imigrantes alemães e austríacos, em número de 12 famílias.Guaianases passa a ter em 1934, população de 1.642 habitantes, possuindo até então uma única Escola Reunidas de Lajeado,fundada em 1873; a Agência de Correios em 1873; uma subdelegacía de policia, criada em 1895 e duas Agremiações Esportivas, o Atlas Lajeadense F.C., cuja fundação ocorreu por volta 1915 e posteriormente a União F.C. fundado em 1934; ambos possuíam boas sedes, onde nos finais de semana, realizavam animados bailes, como também possuíam os melhores esquadrões da região vindo a fundir-se em 1946, criando o atual Guaianases F.C.Possuía também Bandas de Músicas, existindo a primeira no período de 1915 a 1926, e a Segunda Corporação Musical Lira de São Benedito, fundada em 1933, extinta em 1938.Como curiosidade, havia um trecho de estrada de ferro particular, ligando a estação do Lajeado à Fazenda Santa Etelvina, hoje Cidade Tiradentes, cuja instalação ocorreu em 1908, tendo sido extinta em 1937, em cujos trilhos corria um bondinho de passageiros e pequenos vagões de cargas, para transportar lenha, tijolos, pedras, carvão e produtos agrícolas da região da Passagem Funda; outra curiosidade, era a existência de 14 lampiões que serviam como iluminação Pública, localizados nas Ruas;. 15 de Novembro, atual Salvador Gianetti, XI de Agosto (atual Capitão Pucci), Rua. Floriano Peixoto (atual Hipólito de Camargo) e Rua. Santa Cruz (atual Saturnino Pereira), instalados por volta de 1915.Apresentava Lajeado(Guaianases) em 1940, uma população de 2.967 habitantes e 806 prédios (fonte IBGE).O bairro participou na segunda Guerra Mundial, com a ida do pracinha Otelo Augusto Ribeiro, que infelizmente, não retornou à Pátria, morrendo em terras da Itália, mas que por fim, em sua homenagem, tem seu nome em uma das principais ruas de Guaianases.Finalmente o Bairro recebe oficialmente o nome de Guaianases, pela Lei n. 252 de 24/12/48. Palavra de ordem Tupi, isto porque a região fora habitada pela tribo dos Índios Guaianás, até os primeiros séculos do descobrimento do Brasil.Guaianases nos anos 40, passou a desenvolver-se com novos loteamentos, devido acrescente procura e necessidade de mão de obra nas Indústrias de São Paulo, ocorrendo então a migração de pessoas de todos os cantos do Brasil, principalmente do nordeste, que chegando como braço para trabalho, procuraram instalar-se nos bairros periféricos da Capital.Guaianases chegou em 1950, a contar com uma população de 10.143 habitantes, tornando-se por excelência, bairro dormitório; contava nessa época, com único meio de transporte, a valiosa MARIA FUMAÇA da EFCB, até 1958, quando começou a correr os primeiros trens elétricos que até hoje nos servem.A partir da década de 1950, o bairro prosseguiu seu desenvolvimento mais expressivo, com novos loteamentos, que surgiram da noite para o dia e, atingiu em 1960, uma população aproximada de 45.000 habitantes, desde então até hoje, com a constante migração e desenvolvimento de casas populares e Cohab's, a região tivera um crescimento populacional espantoso e atualmente ultrapassa 1,6 milhões de habitantes.

Créditos: Site http://www.guaianases.com.br/inicio/historia/historia.htm
Você ainda pode entrar pelo site http://www.conseg.org/ ( se for cadastrado, é um apena ) e pedir a História de nosso Bairro.
É a biografia autorizada que esta também no site
Bibliografia: http://www.prefeiturasp.com.br/

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ainda aqui vai mais trabalho amigo...

A Ana Cleide é uma batalhadora. É daquelas pessoas que provam que trabalho une a família, mesmo que não enriqueça.

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A vida é engraçada, pouco antes de sofrer o derrame que me tirou de campo por quase dois anos - e no meio disto ainda teve o acidente - havia me comprometido com a Ana Cleide. Gosto muito dela como pessoa e como combatente nesta frente tão árdua que é o serviço social voluntário. E de tanto falar dela na entidade, o pessoal aqui já gosta muito dela. Amanhã vamos tomar um café lá com ela, depois conto para vocês...

Beijos...

Elisabeth Lorena ALves

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Notícias maravilhosas à vista!

Aí estão a presidente da ACOFRAPI, a senhora Neide e sua fiel escudeira, a dona Helena.
Estamos todos sorrindo.


entrou em contato conosco para trabalharmos em parceria. Em breve estaremos postando sobre nosso novo trabalho. Estamos muito feliz, afinal, a ACOFRAPI esta há quase 10 anos na batalha e tem muito a acrescentar. Como já dissemos antes, a ACOFRAPI tem parceria com a EDUCAFRO, a CODEAGRO, participa ativamente do CONSEG-Guaianases e atua em outras esferas de nossa comunidade. É detentora dos direitos da BAnda ACOFRAPI, que já se apresentou em vários eventos públicos e privados. Vocês precisam conhecer...


Elisabeth Lorena Alves

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Bom Final de semana, pessoal!



Nosso pessoal deseja a todos um Magnífico Final de Semana.

Com Beijos para Paullo Philla, nosso mascote Mateus que está cada dia mais lindo , o pequeno Daniel, seu tio mirim, Denise Arcoverde, Eliezer Marques da Costa e todos nossos amigos...

Se gosta de música gospel como nós, ouça:
http://www.gospeldownloads.com.br/index_cd_artista_demonstracao.php?codigo=3453

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A ABLMãos Amigas apoia vários programas de outras entidades, entre estas apostamos em idéias como a de Denise Arcoverde, que incentiva o aleitamento materno, que é um direito de toda criança. Você pode saber mais acessando o espaço dela http://www.sindromedeestocolmo.com/ , lá tem tudo de bom. Dê uma passadinha por lá e conheça tudo sobre a pessoa maravilhosa que ela é.
Aqui também incentivamos o aleitamento materno através de palestras com as mães que estão em nossos programas.
Apoiamos também a ACOFRAPI, que atende pessoas carentes em diversos programass sociais, tem um trabalho de Pré Vestibular Social que funciona no CEU Jambeiro - www.acofrapi.blogspot.com
A EUCAFRO que mantém muitos núcleos em seu Programa de Pré Vestibiular Comunitário e atende afrodescendentes e outras minorias. www.educafro.org.br

Depois posto algumas fotos nossas.

Beijos, da amiga
Elisabeth Alves do Nascimento




Quem somos nós?


A Associação Beneficente do Lajeado Mãos Amigas é entidade filantrópica, fundada em 13 de maio de 1996,sem fins lucrativos, que atende famílias em Guaianases, Zona Leste, São Paulo e tem projetos em andamento com:

- Mulheres que fazem trabalhos manuais e com isto conseguem uma renda extra, sendo em sua maioria a única renda familiar,

- Adolescentes que também executam pequenos serviços e conseguem ajudar a renda familiar,

além de outros trabalhos.
Aproveite e leia um poema sobre Mãos...
Mãos de Deus
Catarina Pina
Mãos doces e suaves,delicadas,
Mãos que acariciam os cabelos do filho,
Mãos de Mãe.
Mãos grandes e quentes,fortes,
Mãos que limpam as lágrimas da criança,
Mãos de Pai.
Mãos pequenas e macias,carinhosas,
Mãos que partilham um bolo com o amigo,
Mãos de Criança.
Mãos decididas.
Mãos que se dão.
Mãos de amor.
Mãos de Deus.
*Laur@´s Poesias
Conheça o Programa Bordar Sonhos
O programa Bordar Sonhos atende a 50 mulheres da região que não possuem renda ou que estão inseridas nas famílias com renda média inferior a 2 salários mínimos, que possuem idade superior a 35 anos, de baixa escolaridade e que encontram dificuldades em conseguir emprego, ou outra ocupação que gere renda.
Querendo atendê-las na obtenção de renda e melhor condição de vida a Associação Beneficente do Lajeado Mãos Amigas criou o Programa Bordar Sonhos, que consiste em:
- ensinar bordado ás interessadas,
- conseguir matéria – prima e trabalho em confecções,
- oferecer trabalho remunerado

Beneficiários do Programa

50 mulheres

Prazo de Duração
Indeterminado
Colaboradores:
- José Lídio
( É quem me arrasta para cima e para baixo - por hora, devido a um acidente estou temporariamente deficiente )
- Maria
( Você precisa conhecer a costela que ela faz! )
- Cínthia ( Mãe de nosso mascote, o Mateus )
- Jefferson
( que junto com a Cíntia atende os telefones e leem os email's da Associação)
- O Seu Francisco Rodrigues,
( nosso presidente e amigo )

Projeto Elaborado por:

Elisabeth Alves do Nascimento
ABLMãos Amigas 011 – 2016 - 1971